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12 08 Cintia Yamamoto

Ela também falou a respeito dos pagamentos da empresa responsável pela coleta de lixo e destinação da taxa do lixo

Na fase de discussão dos Requerimentos, na Sessão Ordinária da última terça-feira (12), a vereadora Cintia Yamamoto destacou o Requerimento 2735/2025, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, onde, com base na resposta ao Requerimento 1932/2025, questionam a previsão para a entrega dos uniformes de inverno.

“Está frio hoje, né, vereadores? Imaginem para as crianças da rede municipal que vão ficar sem uniforme de inverno esse ano. Nós questionamos sobre os uniformes de inverno e chegou aqui uma resposta de junho falando que estava sob análise técnica e orçamentária. Agora chegou a segunda resposta para nós, que a compra será programada para 2026. Imaginem essas crianças que não têm condição de comprar o agasalho de inverno ou sequer um agasalho. Muito triste isso. E isso porque o prefeito se diz professor. Como dorme com a cabeça tranquila no travesseiro?”, questionou a vereadora.

“Enrolaram, enganaram na resposta e sabe o meu receio disso tudo? É que estamos questionando também sobre os cuidadores da rede municipal e chegou uma resposta aqui para nós, que o processo para contratação de profissionais de apoio escolar encontra-se nesse momento sob análise do Departamento Jurídico. O meu medo é chegar semana que vem, mês que vem e falarem: ‘Não tem previsão orçamentária, vamos deixar para contratar ano que vem’”, disse Cintia Yamamoto.

“Triste esse pouco caso da gestão. Sempre uma desculpa, sempre uma mentira. Sempre uma maquiagem, porque para mim isso, infelizmente, não passa de uma maquiagem, de uma ‘sem vergonhice’ dessa gestão. Não tem outra coisa que eu possa falar aqui. Muito triste”, ressaltou.

Em seguida ela comentou sobre os Requerimentos 2731/2025 e 2733/2025, também feitos em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, onde respectivamente pedem esclarecimentos sobre o atraso dos pagamentos da empresa responsável pela coleta de lixo e sobre a taxa do lixo.

“Também sobre o calote com a empresa de coleta de lixo, que eu recebi vários questionamentos de diversos funcionários com medo que isso reflita no pagamento deles. Imagine a população ficar sem coleta por falta de pagamento da Prefeitura, sendo que tem a taxa do lixo que entra na conta da Prefeitura. Está difícil, bem difícil acreditar nessa ‘Miguelândia’, porque não tem outra explicação. É a ‘Miguelândia’ que ele vive”, comentou a vereadora.

“Enfim, nós questionamos aqui o extrato da conta, da taxa do lixo, o valor, quanto está entrando, quanto eles estão repassando para essa empresa, porque é inadmissível chegar nesse ponto de funcionários terem que trabalhar todo dia com essa insegurança de faltar o salário”, encerrou Cintia Yamamoto.