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18 08 Ricardo Trevisano

“Vamos ver a nossa cidade andar pra frente. Chega dessa política velha”, disse em tribuna

O vereador Ricardo Trevisano foi à tribuna na Sessão Ordinária da última segunda-feira (18) e comentou sobre o Requerimento 2853/2025, feito em conjunto pelos vereadores Cintia Yamamoto, Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, onde pedem informações sobre a reforma realizada na Praça da Concha Acústica, pois encontram-se instaladas duas caixas d’águas na calçada, que prejudicam a circulação e oferecem riscos à segurança.

“Dois pesos e duas medidas. Quando foi feito o novo prédio da Prefeitura, com R$ 5 milhões de empréstimo, foram usados máquinas e funcionários da Prefeitura. Aí podia. Governo que eles [oposição] apoiavam. Agora aqui [reforma da Concha Acústica] não pode. Quando gastou R$ 385 mil na Praça da Santa para fazer uma reforma de paisagem podia. Agora para reformar a Concha Acústica não pode. Por quê? Era o governo que eles apoiavam. Agora não é mais. E quando fez a maternidade, esse prédio que está caindo”, iniciou o vereador.

Em seguida, dirigiu a fala à vereadora Cintia Yamamoto. “Vereadora, você falou que a gente não fiscaliza. Convido a senhora a fiscalizar o prédio da Prefeitura para a senhora ver. Ou a senhora não pode porque é o governo que apoiou?”, questionou.

“Então eu falo. Um vereador foi lá para ver a Concha Acústica. Realmente está lá a caixa d’água, mas o problema foi da SABESP. Quem errou foi a SABESP. E por isso ia deixar de fazer o evento? Graças a Deus correu tudo bem e foi chique demais para a nossa cidade de Tatuí. Vamos ver a nossa cidade andar pra frente. Chega dessa política velha”, concluiu Ricardo Trevisano.

Citada em tribuna, a vereadora Cintia Yamamoto pediu “questão de ordem” para responder aos apontamentos. “Apenas a nível de informação, porque fui mencionada, com todo respeito, vereador Ricardo Trevisano, da mesma forma que eu fazia parte, o senhor também estava aplaudindo na época aquelas obras. Inclusive o senhor fala de uma nova política, mas acredito que também foi solicitado ao senhor que rebatesse hoje, justamente para garantir a liderança que vem fazendo em prol desse prefeito, esse desserviço. E tudo comprova o quanto é, infelizmente, a política antiga ainda”, enfatizou.

O vereador Ricardo Trevisano, em seguida, também pediu “questão de ordem” para responder. “Realmente, vereadora, eu estava e graças a Deus não estou mais. A diferença é: o problema não é você estar e sim você poder cobrar ou não. Diferente da senhora, nesse mandato, meu primeiro mandato, estou fiscalizando sim. Estou cobrando o que é para ser cobrado. Existe uma diferença muito grande. Eu não tenho rabo preso com ninguém”, comentou.