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25 08 Ricardo Trevisano

Vereador abordou em tribuna sobre questionamentos relacionados à instituição

Em sua fala na tribuna, na Sessão Ordinária da última segunda-feira (25), o vereador Ricardo Trevisano abordou os Requerimentos 2939, 2940, 2942, 2944 e 2945/2025, todos de autoria da vereadora Cintia Yamamoto, com demandas relacionadas à Santa Casa de Misericórdia de Tatuí.

“Quer falar de farra? Vamos falar de farra. A Santa Casa hoje vive o melhor momento. Farra era antes. Farra de funcionário, farra de hora extra. Antes era farra; agora foi organizado. Sobre a empresa [Iamonte], realmente, R$ 70 mil é um absurdo de valor, mas foi necessário para pôr a casa em dia. E sabe por que ela está saindo? Porque está em dia e não tem necessidade mais. FGTS em dia, processos trabalhistas, bastante gente que nem imaginava que ia ter a possibilidade de receber, hoje está recebendo. Estão fazendo acordos, porque hoje tem dinheiro para pagar”, iniciou.

“Isso para mim era farra. Inclusive tive a oportunidade de trabalhar um tempo dentro da Santa Casa e sabe o que eu encontrei lá? E provo. Se quiser, trago na semana que vem. Um quartinho escondido com um monte de insumos da época da Covid. Trancado e ninguém sequer sabia que aquilo existia. Acho que farra é isso. Hoje a casa está em ordem. Faça uma pesquisa com a população tatuiana e pergunte como está o nosso hospital hoje. Pergunte como está o nosso hospital hoje para os funcionários que lá trabalham. Nessa gestão sim, a Santa Casa está em ordem. Farra era antes. Antes era festa. A festinha acabou”, ressaltou Ricardo Trevisano.

Autora dos Requerimentos, a vereadora Cintia Yamamoto pediu “questão de ordem” para responder. “Só a nível de informação, também estive sexta-feira na Santa Casa e pude comprovar com a diretora, que estava em atraso a Brasil Laudos, laboratório, fornecedores de medicamentos e ela mesma me falou que precisou fazer um acordo com essas empresas e pagar mensalmente parcelado, justamente acho que devido a alguma ação do próprio senhor Diego, da empresa Iamonte, que não estava correta”, comentou.

Em seguida, o vereador Ricardo Trevisano igualmente pediu “questão de ordem”. “A título de informação também. Claro, um dia ou outro atrasa. Estou querendo dizer sobre os atrasos que havia antes. Com relação à Brasil Laudos, antigamente existia a farra dos exames aqui em Tatuí. Hoje, com o mesmo valor que a gente pagava antes, tem uma possibilidade de fazer 30% a mais de exames e dependendo da especialidade até 50% a mais. Agora, a gente está falando do setor público. Levar em dia, todo dia, também tenha dó né?”, argumentou.