A vereadora também reiterou queixa em relação ao teor das respostas que têm sido encaminhadas aos Requerimentos de sua autoria
Na Sessão Ordinária da última quarta-feira (29), a vereadora Cintia Yamamoto foi à tribuna, onde comentou sobre a falta de pagamentos a fornecedores do Executivo e reiterou queixa em relação ao teor das respostas que têm sido encaminhadas aos Requerimentos de sua autoria. “Se tem algo que me chateia, é quando agem de má fé com esta Casa Legislativa”, enfatizou.
Ela iniciou citando os Requerimentos 3753 e 3754/2025, ambos feitos em conjunto com o vereador João Eder, onde requerem do Executivo, respectivamente, que informe qual a previsão para a regularização dos pagamentos à empresa PAR-PACK LTDA e o motivo do atraso, e a previsão para a regularização dos pagamentos referentes ao evento de Motocross de 2024 e o motivo do atraso no pagamento.
“Diversos Requerimentos importantes. Sobre o pagamento do evento de Motocross referente ao ano de 2024, questionamos se tem previsão de pagamento. Também recebemos um e-mail da empresa PAR-PACK, bem triste, falando que em fevereiro a Prefeitura contratou os serviços e eles estão desde março esperando o pagamento. Gostaria de ler um trecho aqui rapidamente: ‘Essa situação tem causado sérios impactos financeiros em minha empresa’. É muito triste a empresa ter que implorar para receber o que é por direito dela. Mais um calote”, apontou Cintia Yamamoto.
Em seguida, a vereadora reclamou da resposta ao Requerimento 2853/2025, apresentado na Sessão Ordinária de 18 de agosto deste ano e feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, em que pedem informações sobre a reforma realizada na Praça da Concha Acústica, onde encontram-se instaladas duas caixas d’águas na calçada, que prejudicam a circulação e oferecem riscos à segurança.
“Eu havia colocado um Requerimento sobre a obra da Praça da Concha Acústica, pois ainda existem duas caixas d'água na calçada. Também havia questionado se a obra estaria pela metade, pelo fato de o pagamento também estar pela metade. E o diretor de Convênios, com muita má fé – e se tem algo que me chateia é quando agem de má fé com esta Casa Legislativa –, me respondeu que estava prejudicada a resposta porque não tinha questionamentos na ementa do Requerimento”, lamentou Cintia Yamamoto.
“Não sei se ele estava com preguiça de ler o Requerimento inteiro, que contém fotos e questionamentos, se ele só queria ser parecido com o prefeito que é ‘ruim de serviço’ mesmo, ou se ele quer ficar ‘famoso’. Senhor Nicolas Hasegawa de Miranda. Se é isso que ele quer, ‘se aparecer’, e por isso não respondeu o Requerimento, não tem problema. Coloquei novamente aqui os questionamentos, porque fui questionada pela população que tem que atravessar a rua pelo fato de estar faltando a acessibilidade. Vão deixar essas caixas d'água para sempre, vão tirar, o que vai ser feito? Colocamos aqui mais uma vez, porque ao contrário dele, não temos preguiça de trabalhar. Estamos cumprindo o nosso dever. Espero que desta vez, já que ele ficou ‘famoso’, cumpra com o dever dele”, cobrou a vereadora.
Os novos questionamentos citados pela vereadora integram o Requerimento 3752/2025, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, onde pedem informações ao Executivo, com base na resposta ao Requerimento 2853/2025, qual a justificativa técnica para a instalação das caixas d’água no local onde transitam pedestres, se há previsão de remanejamento para local mais adequado e o motivo para que a praça, recentemente inaugurada, esteja passando por nova reforma.