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30 03 Cintia Yamamoto

Em Sessão Ordinária na última segunda-feira (30), a vereadora Cintia Yamamoto foi à tribuna e abordou os Requerimentos 949 e 964/2026, com pedidos relacionados à Segurança Pública e à entrega dos uniformes escolares.

Ela iniciou pelo Requerimento 964/2026, feito em conjunto com o vereador João Eder, onde requerem do prefeito que informe sobre a possibilidade de intensificar o patrulhamento da GCM na região central, especialmente na área dos comércios, também no período noturno.

“É triste ver a falta de segurança na ‘Miguelândia’. A gente está vendo nas redes sociais. Também tivemos a oportunidade de conversar com alguns comerciantes e de uns 15 dias para cá está tendo muito furto nas lojas. Foram diversas lojas, o que chega a ser desanimador”, comentou.

“Empreender hoje em dia já não é fácil. E ainda você ter o seu comércio, a sua loja, o seu estabelecimento furtado. Por isso, gostaria de saber qual a importância que o gestor da ‘Miguelândia’ está dando para tudo isso, porque parece que eu não vejo ele, ele não fala sobre o assunto e parece que não liga. Triste”, lamentou Cintia Yamamoto.

Em seguida, a vereadora abordou sobre o Requerimento 949/2026, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, Márcio do Santa Rita, João Eder, Elaine Miranda e Maurício Couto, em que requerem do prefeito que informe, em caráter de reiteração, com base na resposta do Requerimento 82/2026, sobre a entrega dos uniformes escolares para o ano letivo de 2026.

“Coloquei no ano passado um Requerimento perguntando sobre os uniformes e eles haviam falado, em agosto de 2025, que os uniformes se encontravam em fase de licitação para o próximo ano. Hoje, após sete meses, os uniformes ainda não foram entregues. Estou com uma dúvida, porque o prefeito da ‘Miguelândia’ fez um vídeo no começo do ano letivo falando que nos próximos dias os uniformes seriam entregues. Então, fica aqui o meu questionamento: ele mentiu pra população? Porque parece que sim, né?”, questionou.

“A gente fica em cima por saber que muitas crianças estão em estado de vulnerabilidade, não têm condições de comprar esses uniformes e para que não chegue no inverno e venham com a mesma desculpa: ‘Ah, os de inverno serão entregues no verão’. Isso é inadmissível. Pedimos que o Poder Executivo dê uma atenção e resolva essas situações de maneira concreta e eficaz”, finalizou Cintia Yamamoto.