Ela também comentou sobre encaminhamentos para consultas de especialidades
Na fase de discussão dos Requerimentos, na Sessão Ordinária da última segunda-feira (30), a vereadora Cintia Yamamoto destacou o Requerimento 2378/2025, feito em conjunto com o vereador Márcio do Santa Rita, onde pedem informações detalhadas, com base na resposta do Requerimento 1932/2025, relacionado à entrega dos uniformes escolares de inverno.
“Solicitamos informações adicionais sobre o uniforme de inverno das crianças da Rede Municipal. Na semana passada fez 3 graus e a secretária de Educação enviou uma resposta para nós, dizendo que até o presente momento não há definição quanto à distribuição de itens do uniforme escolar relacionados ao período de inverno e que está sob análise quanto à viabilidade técnica e orçamentária. Estão esperando o quê? Passar o inverno?”, questionou a vereadora.
“É inadmissível. Não tem como a gente aceitar essa resposta e ficar quieto, até porque sabemos que existem muitas crianças em situação de vulnerabilidade nas escolas, que precisam dessa atenção. O que me surpreende é o descaso da secretária ao aceitar uma situação dessas e achar que é normal. E o que me deixa mais perplexa é um prefeito que se diz professor e não está olhando isso com atenção. ‘Sem vergonha’. Vi que um vereador trouxe um troféu. Pensei que era para o prefeito, por ser ‘ruim de serviço’ demais”, ressaltou Cintia Yamamoto.
Em seguida, ela abordou sobre o Requerimento 2394/2025, feito em conjunto com os vereadores Maurício Couto, Bossolan da Rádio e Márcio do Santa Rita, onde pedem informações sobre os encaminhamentos para consultas com especialidades médicas no Sistema Municipal de Saúde, especialmente nos casos com pedido médico de prioridade.
“O vereador Maurício chamou a gente para assinar em conjunto. Recebemos informações extraoficiais que, além de a população esperar a demanda de consultas, exames, enfim, precisa de uma autorização extra de algum funcionário para que esses exames sejam realizados. Então a nossa preocupação aqui é quem está fazendo isso, qual o profissional tem a capacidade para fazer isso e como está sendo organizada essa fila”, concluiu Cintia Yamamoto.