Ele também questionou procedimentos para identificar prestadores de serviços da SABESP
O vereador Maurício Couto foi à tribuna na Sessão Ordinária da última segunda-feira (14) e comentou sobre a contratação de médico nefrologista no CEMEM e procedimentos para a identificação de prestadores de serviços da SABESP.
Ele iniciou pelo Requerimento 2538/2025, de sua autoria, onde pede informações referentes à especialidade de Nefrologia no CEMEM, incluindo a previsão de contratação emergencial de profissional, dados sobre a demanda reprimida e eventuais estudos para priorização da especialidade em Tatuí. “É um Requerimento muito importante, pois a nefrologista do CEMEM pediu exoneração. Nesse Requerimento questiono se já está prevista a contratação emergencial de um nefrologista para os pacientes que aguardam consulta. Agora está sem profissional”, disse.
“Uma especialidade muito importante, com muitos pacientes sofrendo, precisando fechar diagnóstico, para poder começar um tratamento. Muitos apreensivos se vão precisar passar por hemodiálise ou não. Os pacientes precisam saber se a Prefeitura vai fazer a contratação de médico nefrologista para o CEMEM, se tem previsão, se já está em andamento algum estudo sobre isso”, ressaltou Maurício Couto.
Em seguida, o vereador falou a respeito do Requerimento 2549/2025, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, Cintia Yamamoto, Márcio do Santa Rita e João Eder, onde pedem informações da empresa responsável pelos serviços de água e esgoto, após a privatização da SABESP, bem como sobre medidas de segurança, identificação de funcionários, canais de comunicação com os munícipes, formas de cobrança e campanhas informativas adotadas pela concessionária.
“Sabemos que a SABESP foi privatizada. Qual o nome da empresa prestadora de serviços? Muitos funcionários dessa empresa fazem visitas nas residências e vem aí uma insegurança da população referente a esses funcionários. Queremos saber se tem identificação, se vão com crachá, se o munícipe pode entrar num aplicativo para poder confirmar se aquele trabalhador realmente é da empresa. Muitas vezes o munícipe fica apreensivo sobre isso. Hoje tudo é digital e um informativo digital seria muito importante”, concluiu Maurício Couto.
