20 10 Ricardo Trevisano

Vereador também questionou Requerimento referente à reprovação das contas do Executivo de 2023

Em sua fala na tribuna, na Sessão Ordinária da última segunda-feira (20), o vereador Ricardo Trevisano questionou os Requerimentos 3661 e 3662/2025, ambos de autoria do vereador Márcio do Santa Rita, sugerindo “conveniência” referente às demandas apresentadas.

- 3661/2025, requer do prefeito que informe por qual motivo foram emitidas notificações aos moradores da rua Teófilo Andrade de Gama, especialmente do número 3221 até o 3933, exigindo a construção de calçadas antes da conclusão das obras de pavimentação e guias e se houve comunicação prévia aos moradores informando a obrigatoriedade de construção das calçadas e o prazo para execução.

- 3662/2025, requer do prefeito que informe, reiterando os Requerimentos 1968 e 1019/2025, se há previsão para o início da construção da calçada ao redor do campo de futebol entre as ruas Joaquim Motta e Waldomiro Viana, na Fundação Manoel Guedes.

“Existe a política do bem e a política para alguém que não é você, cidadão tatuiano. Tenho aqui dois Requerimentos de um mesmo vereador. Num Requerimento, o vereador cobra do prefeito para que notifique os moradores a fazerem calçadas. No outro Requerimento, questiona por que o prefeito está notificando os moradores para fazerem calçada. Deixa eu entender: é por conveniência ou é para alguém?”, questionou.

Em seguida, Ricardo Trevisano abordou o Requerimento 3656/2025, também de autoria do vereador Márcio do Santa Rita, onde pede informações ao Executivo relacionadas à reprovação das contas do Exercício de 2023 pela Segunda Turma do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

“E quer falar aqui de contas reprovadas? Para mim, para ter moral, tinha que ter reprovado aquela que você votou na época da ex-prefeita [Maria José Gonzaga], que foi rejeitada pelo TCE, e você votou a favor para aprovar uma conta que foi rejeitada. Calma aí. O ‘pau que bate em Chico tem que bater em Francisco’. Ou é por conveniência? Chega desse ‘discurso barato’. ‘Política barata’ já passou”, concluiu Ricardo Trevisano.