10 11 Leandro Magrão

O vereador também rebateu a fala do vereador Kelvin, referente à tramitação de projeto visando a revogação da Lei Complementar 53/2024

Entre os temas apresentados na Sessão Ordinária da última segunda-feira (10), o vereador Leandro Magrão foi à tribuna e destacou o Requerimento 3891/2025, de sua autoria, em que pede informações ao Executivo sobre a quantidade de pessoas capturadas pelo sistema “Muralha Digital”, bem como furtos e roubos de veículos e demais situações. Ele também rebateu a fala do vereador Kelvin, referente à tramitação de projeto visando a revogação da Lei Complementar 53/2024.

“Fiz um Requerimento referente a todas as ações realizadas por meio da ‘Muralha Digital’ que implantamos graças ao meu mandato e ao deputado Danilo Balas, questionando sobre a porcentagem, quantas pessoas foram presas graças ao sistema de reconhecimento facial, quantos carros foram apreendidos, quantas motos foram recuperadas, quantas pessoas passaram pela nossa cidade”, iniciou.

“É um questionário para que a gente possa ter um ‘raio-X’ da Segurança Pública do município. Eu sou guarda municipal e estou como vereador. E somente neste mês foram dois veículos recolhidos, um veículo com uma pessoa desaparecida que foi reconhecida, um veículo recuperado de furto e um preso pelo reconhecimento facial. Consegui também mais R$ 350 mil com o deputado Danilo Balas para melhorar o nosso sistema de segurança”, destacou Leandro Magrão.

Na sequência, ele rebateu a fala do vereador Kelvin, autor do Requerimento 3852/2025, onde pede informações ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tatuí de Tatuí e Região, se recebeu questionamentos formais ou informais por parte de guardas civis municipais a respeito da aplicação da aposentadoria especial prevista na Lei Complementar 53/2024. “Se o prefeito mentiu e se o Marquinho mentiu [em relação à aprovação da Lei Complementar em agosto de 2024], esta Casa também mentiu, porque foi aprovada pela maioria dos vereadores. Então nós temos que rever e pensar com seriedade aquilo que a gente fala. Antes de falar, a gente tem que pensar”, concluiu.