Vereadora também pediu informações sobre os recursos do FUNDEB
Em Sessão Ordinária na última terça-feira (9), a vereadora Cintia Yamamoto foi à tribuna e abordou os Requerimentos 4203 e 4206/2025, ambos relacionados à área da Saúde, e lamentou o descaso com esse tema no município.
- 4203/2025, feito em conjunto com os vereadores Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, requerem do prefeito informações sobre as filas de espera para os exames de ultrassonografia.
- 4206/2025, feito em conjunto com o vereador João Eder, requerem do prefeito informações sobre a distribuição de tiras de glicemia para diabéticos.
“Sobre a distribuição das tiras de glicemia, na semana passada eu já havia colocado um Requerimento referente à diminuição dos sensores para os diabéticos. Hoje sobre as tiras e as filas de espera para exames de ultrassonografia”, iniciou.
“Tem hora que cansa esse descaso do prefeito, descaso da secretária de Saúde, que é veterinária, do vice que por muito tempo usou o nome da Saúde, mas hoje parece que se esqueceu dela. Agora acho que é ‘Marquinho da Zeladoria’, pois se esqueceu da Saúde”, comentou Cintia Yamamoto.
“A secretária havia respondido que a média de espera para realizar um exame de ultrassonografia era de 90 a 120 dias, mas eu trouxe diversos relatos da população que já passa de 150 ou 180 dias. A gente está vendo uma divergência de informações. Desde o início do ano temos cobrado sobre essas filas e nada foi resolvido, como ocorre nessa gestão”, apontou.
Na sequência, a vereadora falou sobre o Requerimento 4224/2025, feito em conjunto com os vereadores João Eder, Bossolan da Rádio, Elaine Miranda, Kelvin, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, em que requerem do prefeito informações se haverá sobras de recursos do FUNDEB no exercício de 2025 e se será feita a divisão de eventuais sobras com os profissionais da Educação.
“No ano passado, eu, o vereador João Éder e o então vereador Eduardo Sallum, fizemos um projeto de lei muito importante sobre a transparência dos recursos do FUNDEB. Mas, acreditem se quiserem, foi vetado pela Prefeitura. Hoje a gente questiona o valor das receitas, o valor das despesas, se haverá sobras e se há haverá divisão entre os profissionais da Educação”, finalizou Cintia Yamamoto.
