Vereador também respondeu a Requerimentos relacionados à área da Saúde
Na Sessão Ordinária da última segunda-feira (2), o vereador Ricardo Trevisano foi à tribuna e apresentou reivindicação sobre operação tapa-buracos na Fundação Manoel Guedes. Ele ainda citou o pouco tempo para fala na tribuna e respondeu a Requerimentos relacionados à área da Saúde.
- 75/2026, de sua autoria, requer do prefeito que informe sobre a possibilidade de realizar uma operação tapa-buracos na Fundação Manoel Guedes.
“Pedi aqui a atenção do nosso secretário de Obras, em reforço à nossa vereadora Rosana do Supermercado, para fazer uma operação tapa-buracos. O tempo é curto, infelizmente. Isso é um dó para a população, pois é o momento de a gente poder esclarecer e falar. Mas, enfim, é uma casa para parlar e a gente não pode falar nada”, iniciou.
Na sequência, Ricardo Trevisano respondeu a respeito de demandas apresentadas em Requerimentos sobre a área da Saúde.
- 59/2026, de autoria do vereador Márcio do Santa Rita, requer do prefeito que informe o motivo da falta de médico psiquiatra no CAPS - Centro de Atenção Psicossocial.
- 69/2026, também de autoria do vereador Márcio do Santa Rita, requer da Beneficência Hospitalar de Cesário Lange - BHCL, informações sobre a UPA de Tatuí.
- 74/2026, igualmente de autoria do vereador Márcio do Santa Rita, requer do prefeito informações sobre a UPA - Unidade de Pronto Atendimento.
- 80/2026, de autoria conjunta dos vereadores Cintia Yamamoto, Bossolan da Rádio, João Eder, Márcio do Santa Rita e Maurício Couto, requerem do prefeito, com base na resposta ao Requerimento 3509/2025, informações detalhadas sobre quantos Psiquiatras atuam na Rede Municipal.
“Referente aos médicos psiquiatras, não está faltando. A demanda é grande. Foi feita uma contratação emergencial agora para tentar resolver. Foi feito um concurso e deu deserto. É muito fácil vir aqui, jogar as coisas no ar, criar pânico na população e buscar os fatos”, rebateu o vereador.
“Hoje estivemos reunidos, os vereadores que quiseram estar reunidos com a secretária de Saúde e com a coordenação da UPA, para entender e buscar melhorar a situação e o atendimento. São mais de 15 mil atendimentos no mês. Às vezes tem um, dois, três casos que infelizmente não são da forma que deveriam ser, mas acontece”, explicou Ricardo Trevisano.
