23 02 Leandro Magrão

Na fase de discussão dos Requerimentos, na Sessão Ordinária da última segunda-feira (23), o vereador Leandro Magrão também abordou os Requerimentos 411 e 472/2026, com questionamentos referentes à proibição de orações na rotina da Escola Municipal “Eugênio Santos”.

- 411/2026, feito em conjunto com os vereadores Paulinho Motos, Alex Mota, Gabriela Xavier, Eduardinho Perbelini, Micheli Vaz, Renan Cortez, Ricardo Trevisano, Rosana do Supermercado e Vade Manoel, requer da direção da Escola Municipal “Eugênio Santos”, que informe os motivos que levaram à proibição da prática da oração do Pai-Nosso na rotina escolar da referida unidade.

- 472/2026, feito em conjunto com os vereadores Eduardinho Perbelini, Alex Mota, Bossolan da Rádio, Cintia Yamamoto, Elaine Miranda, Gabriela Xavier, João Eder, Márcio do Santa Rita, Maurício Coutou, Micheli Vaz, Paulinho Motos, Renan Cortez, Ricardo Trevisano, Rosana do Supermercado e Vade Manoel, requerem do diretor da Escola Municipal “Eugênio Santos”, Sr. Emerson de Campos Maciel, que informe se existe ato normativo, portaria, memorando ou orientação formal que proíba alunos ou servidores de realizarem orações e/ou agradecimentos pelo alimento no ambiente escolar.

“Recebi relatos de pais preocupados dizendo que as crianças teriam sido impedidas de fazer uma simples oração na escola, até mesmo para agradecer pelo alimento. Desde quando Deus virou o problema? Estamos falando de liberdade religiosa, um direito garantido pela Constituição. Ninguém é obrigado a rezar, mas ninguém pode ser proibido de exercer a sua fé”, salientou o vereador.

“Todos nós temos memórias na escola, como cantar o hino, fazer oração, aprender valores. Isso nunca prejudicou ninguém. Ao contrário, formou caráter. Esse Requerimento não é um ataque à escola, é dever de fiscalização, é esclarecer se houve orientação, ordem ou uma interpretação equivocada. Como cristão, acredito que a fé não se esconde, a fé se vive. E como vereador, tenho obrigação de defender o direito das famílias e das crianças manifestarem a sua crença, porque quando tentam calar a fé, nós precisamos falar mais alto”, completou Leandro Magrão.

MOÇÃO DE APLAUSOS E CONGRATULAÇÕES – O vereador falou ainda sobre a Moção 65/2026, de autoria do vereador Kelvin Joelmir de Morais, de Aplausos e Congratulações à Sra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio e à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em reconhecimento à relevante contribuição científica que culminou no desenvolvimento da polilaminina, inovação promissora no campo da regeneração neural e da pesquisa biomédica nacional.

“Quero aproveitar também a Moção para a Dra. Tatiana, que descobriu a polilaminina e discordar do meu amigo Kelvin. Ele falou que a Educação está boa, mas só em 2025 o PT cortou R$ 8,6 bilhões da Educação. E o PT não pagou [a patente internacional da polilaminina]. Foi a Dilma que não pagou”, finalizou.